História do Facebook
Mark Zuckerberg criou o Facebook no quarto do seu dormitório em Harvard.
Uma noite, Zuckerberg escreveu em seu blog:
"Estou um pouco bêbado, confesso. E daí que ainda não é nem
22h e é uma terça-feira? O facebook do dormitório Kirkland está aberto em meu
computador e algumas pessoas têm fotos muito feias. Eu até gostaria de colocar
algumas ao lado de fotos de animais, daqueles que vemos nas fazendas, para
votar quem seria mais atraente.
—9:48 pm
Ok, está funcionando. Não tenho certeza de como esses bichos
irão se encaixar nisso tudo (nunca podemos saber quando se trata de
animais...), mas eu gosto da ideia de comparar duas pessoas.
—11:09 pm
Que o hacing comece.
—12:58 am"
De acordo com The Harvard Crimson, o jornal dos estudantes,
Facemash “usava fotos compiladas tiradas dos anuários on-line das nove Casas,
posicionando-as lado a lado, duas por vez, era solicitado que o usuário
escolhesse quem seria o indivíduo mais atraente”. Mas para conseguir fazer esse
“jogo”, Mark Zuckerberg precisou hackear o sistema de segurança da rede de
Havard e copiar as imagens dos estudantes de todos os nove dormitórios para
usar no seu site, o Facemash.
Até aquele momento, Havard nunca tinha tido um diretório de
estudantes com fotos e informações básicas e esse site gerou 450 visitas e
22.000 visualizações de fotos nas primeiras 4 horas de funcionamento.
“Talvez Havard acabe com esse site por razões legais e
também por não conseguir perceber seu valor como algo que possivelmente seria
expandido para outras universidades (talvez até mesmo para aquelas com pessoas
bonitas...)”, escreveu Zuckerberg em seu blog. “Mas uma coisa que é certa é que
eu sou um babaca por estar criando esse site. Mas enfim. Eventualmente alguém
iria acabar fazendo isso...”O site foi rapidamente recomendado e espalhado
entre vários grupos de diversos campus. No entanto, o site foi fechado pelos
executivos de Havard alguns dias depois de seu lançamento. Mark Zuckerberg
enfrentou acusações de violação de Copyright, quebra de segurança e do direito
à privacidade por roubar as fotos dos estudantes que foram usadas em seu site.
Mais tarde, foi expulso da universidade pelas suas ações. Entretanto, todas as
acusações foram retiradas.
Naquele semestre, Zuckerberg expandiu seu projeto inicial ao
criar uma ferramenta de estudo social para um trabalho final de história da
arte. Ele publicou 500 imagens da história de Roma em seu site, com uma imagem
por página juntamente com uma seção para comentários. Ele abriu o site para
seus colegas de turma e eles começaram a dividir anotações. “O professor disse
que foi a melhor a melhor nota que ele já deu para um projeto final. Esta foi
minha primeira “hackeada” social. Com o Facebook, eu queria criar algo que
tornasse Havard mais aberta”, disse Zuckerberg em uma entrevista para
TechCrunch.
Em 25 de outubro de 2010, o empresário e banqueiro Rahul
Jain leiloou o FaceMash.com para um comprador desconhecido por $30.201
dólares.
thefacebook.com
Em janeiro de 2004, Mark Zuckerberg começou a escrever o
código para um novo site, conhecido como “thefacebook”. Ele disse em um artigo
publicado em The Havard Crimson que para criar o Facebook ele se inspirou no
facemash: “É evidente que a tecnologia precisava criar um site centralizado e
prontamente disponível... os benefícios são muitos”. Em 4 de fevereiro
de 2004, ele lançou “Thefacebook”, originalmente no endereço thefacebook.com.Ele disse ao The Crimson, “Todos estão comentando sobre um facebook universal
dentro de Havard. Eu acho que é um pouco bobo, pois a Universidade precisaria
de 2 anos para realizar este projeto, enquanto eu poderia fazer muito melhor em
apenas 1 semana”.Ele também mencionou sua intenção de criar um website
universal que pudesse conectar pessoas de toda a universidade. Segundo seu
colega de quarto, Dustin Moskovitz, “quando Mark finalizou o site, ele contou
para alguns amigos... então um deles sugeriu colocar na lista de email da
Kirkland House, que tinha cerca de 300 alunos.” Moskovitz continuou: “No fim da
noite, nos estávamos acompanhando de perto o processo dos registros. Dentro de
24 horas, nós tínhamos algo entre 1200 e 1500 usuários registrados”.
Apenas 6 dias depois do lançamento do site, 3 sênior da
Havard, Cameron Winklevoss, Tyler Winklevoss e Divya Narenda, acusaram
Zuckerberg de ter intencionalmente feito-os acreditar que ajudaria na
construção de uma network chamada HavardConnection.com, mas ao invés disso,
usou suas ideias para construir seu próprio website.
Os três queixaram-se ao The Crimson, que começou uma
investigação. Zuckerberg sabia desta investigação e então começou a procurar no
Thefacebook.com membros do The Crimson. Ele examinou o histórico de acessos
desses membros para localizar alguma inserção incorreta de senha e login. Desta
forma ele conseguiu ter acesso às contas de email desses membros. Três dos membros do jornal The
Crimson processaram Zuckerberg.
Inicialmente, a participação no site era restrita para
estudantes da Universidade de Havard.No primeiro mês, mais da metade dos
estudantes já estavam cadastrados.Eduardo Saverin (negócios), Dustin
Moskovitz (programador), Andrew McCollum (designer gráfico) e Chris Hughes logo
se juntaram a Zuckerberg para ajudar na promoção do site. Em março de 2004,
Facebook expandiu para Stanford, Columbia, e Yale.Esta expansão continuou
quando foi aberto para o público da Ivy League e universidades de Boston.
Gradualmente o site alcançou a maioria das universidades no Canadá e nos
Estados Unidos.Facebook foi incorporado no verão de 2004 e o empresário
Sean Parker, que vinha aconselhando informalmente Zuckerberg, se tornou o
presidente da companhia.Em junho de 2004, Facebook mudou sua base de
operações para Palo Alto, California.A companhia suprimiu o “the” de seu
nome depois de comprar o domínio “facebook.com” em 2005 por $200.000 dólares.
Em 1 de outubro de 2005, o Facebook se expandiu para 21 universidades no Reino Unido, o ITESM sistema no México (cerca de trinta campi através do país naquela época), a rede da Universidade de Porto Rico e Universidade Interamericana de Porto Rico em Porto Rico e a rede da Universidade das Virgin Islands nos EUA. O Facebook lançou uma versão escolar/colegial em setembro de 2005, o que Zuckeberg chamou de próximo passo lógico.Naquele tempo, a rede colegial precisava de um convite para entrar. Depois, o Facebook expandiu a elegibilidade de adesão para trabalhadores de várias companhias, incluindo Apple Inc. e Microsoft. Em 11 de dezembro de 2005, universidades da Australia e Nova Zelândia foram adicionadas para a rede do Facebook, aumentando seu tamanho para mais 2000 universidades e 25000 colegiais por todo EUA, Canada, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda. O Facebook abriu, então, em 26 de setembro de 2006, para todos acima de 13 anos com um e-mail válido.Em outubro de 2008, o Facebook anunciou que iria estabelecer sua sede internacional em Dublin, Irlanda.
Em 2010, o Facebook começou a convidar usuários para ser
testadores beta depois de passar por um processo de seleção baseado em
perguntas e respostas 29 e um conjunto de quebra-cabeças de engenharia do
Facebook onde os usuários resolveriam problemas computacionais que deram a eles
oportunidade de serem contratados pelo Facebook.
Em fevereiro de 2011, o Facebook se tornou o maior servidor
de fotos online, sendo citado pelo aplicativo do Facebook e agregador de fotos
online Pixable como esperando ter 100 bilhões de fotos no verão de 2011.31 Em
outubro de 2011, mais de 350 milhões de usuários acessaram o Facebook através
de seus celulares, sendo 33% de todo o tráfego do Facebook.
Em 12 de março de 2012, o Yahoo! abriu uma ação judicial contra o Facebook semanas antes da programada oferta pública inicial. Em sua ação judicial, o Yahoo disse que o Facebook infringiu dez de suas patentes cobrindo propaganda, controle de privacidade e rede social. O Yahoo ameaçou a processar o Facebook um mês antes da ação, insistindo que a rede social licenciou suas patentes. Um porta-voz do Facebook emitiu um documento afirmando que “Nós estamos desapontados com o Yahoo, um antigo parceiro de negócios e uma companhia que se beneficiou substancialmente de sua associação com o Facebook, que decidiu recorrer a processos judiciais.”33 O processo alega que as patentes do Yahoo cobre ideias básicas de redes sociais como personalizar experiências dos usuários do site para as suas necessidades, acrescentando que as patentes cobrem formas de segmentação de anúncios para usuários individuais.



ConversãoConversão EmoticonEmoticon